A Itália também se opõe ao "semáforo nutricional"

A INNOLIVA destaca as deficiências deste sistema, que podem afectar seriamente os alimentos valorizados como o azeite

Madrid, 24 de março de 2017.

A Itália foi o último país a dirigir-se à Comissão Europeia para tentar impedir a inserção do método de rotulagem na indústria alimentar conhecido como “semáforo”. A INNOLIVA denunciou repetidamente as rachaduras desse sistema, o que pode confundir os consumidores e julgar os produtos tão saudáveis ​​como o azeite.

A Espanha, através do Ministério da Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente, também expressou sua oposição ao “semáforo nutricional” no ano passado, considerando, entre outros aspectos, que a informação que oferece não está adaptada à realidade.

Este método, usado no Reino Unido, consiste em colocar informações sobre o conteúdo de gorduras, açúcares e outros na embalagem do produto, usando as cores verde, amarelo e vermelho, dependendo das quantidades contidas e suas possíveis repercussões.

Apesar das numerosas críticas que recebeu dos Estados-Membros, não se pode excluir que em poucos meses esta iniciativa, com a ajuda da Comissão Europeia e apoiada por grandes grupos industriais ou associações de consumidores, consolidará este sistema de rotulagem como modelo seguir.

INNOLIVA enfatiza que o azeite poderia ser um dos mais afetados, já que o “semáforo nutricional” classifica os produtos com base em seus componentes, mas não analisa o resto de suas propriedades. É por isso que, devido ao alto teor de gordura, o azeite obtém um rótulo vermelho e pode ser considerado como “perigoso” para a saúde, um fato próprio se considerarmos que seu principal ácido gordo é oleico e é onde eles são precisamente são múltiplos benefícios.

A empresa de produção de azeitonas com sede em Navarra defende, portanto, mais uma vez as grandes qualidades do ouro líquido, confirmado por vários estudos como um elemento fundamental da dieta mediterrânea.

Sobre Innoliva

A empresa, que tem sede em Pamplona (Espanha), possui mais de 5.000 hectares de olivais irrigados, localizados em Espanha e em Portugal, onde o clima mediterrâneo dá ao olival o ambiente ideal para o desenvolvimento e amadurecimento da fruta; e favorece a obtenção de Óleos de Oliveira Extra Virgem com excelentes qualidades sensoriais.

Com o seu sistema de produção, garantem a rastreabilidade integral de todo o processo: da oliveira ao cliente final.

Eles fazem o seu óleo de oliva extra virgem frio no menor tempo possível a partir da entrada da azeitona no moinho de óleo. E eles cuidam do óleo já produzido para manter suas excelentes qualidades sensoriais e saudáveis ​​o maior tempo possível.